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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

O desafio de mudar para melhor

Toda mudança exige de nós muita coragem, clareza e determinação. Mudar é um desafio imenso e aceitá-lo nos lança no caminho da criação. Sim, mudar é criar oportunidades de imprimir um novo roteiro, um novo olhar e buscar em cada etapa da mudança possibilidades de melhorar. A mudança é um repertório recheado de ingredientes.

Toda mudança, por menor que seja, abre espaço para exercitamos nosso poder criativo de inovação. Mudar é um movimento tão intenso que depois de iniciado ganha uma dimensão extraordinária a cada passo. Por isso o passo inicial é tão vital porque ele floresce a sequência dos demais passos que vão se conectando de maneira inteligente e eficaz. Para que essa conexão se estabeleça é necessário a ação e a persistência para seguir adiante.

Iniciar pode ser difícil e por isso muitas vezes ficamos presos na armadilha do adiar para amanhã e os dias passam e a ação não acontece. A famosa “zona de conforto” de continuar tudo como estamos acostumados pode ser uma prisão tentadora, porém, o resultado pode ser desastroso. Quando mantemos um diálogo franco com nós mesmos e ouvimos nossa voz, a consciência do tempo oportuno para realizar a mudança nos liberta das amarras do protelar. As escolhas e as conseqüências são nossa responsabilidade. Podemos até tentar encontrar desculpas ou culpados, mas, no fundo sabemos que somos nós os autores de nossa escrita.

Experimente fazer uma breve retrospectiva de 5 anos, 2 anos, 1 ano ou o período que quiser determinar, e reflita sobre mudanças pontuais que aconteceram nessa linha de tempo. Você pode lembrar-se de dificuldades, derrotas, conquistas, lágrimas, emoções, sorrisos, ocasiões especiais e muitos outros detalhes nesse processo. Um ponto chave é a inquietação que nos acomete como uma sensação de desconforto. Mudar tem o poder de nos inquietar e essa inquietude pode ser uma rota para nos conhecermos melhor. É um convite para nos aprofundarmos e mergulhar nas profundezas do nosso interior.

Mudar é uma experiência que faz parte da natureza humana e apesar dessa consciência de que mudanças são pontes evolutivas, vivenciamos muitos condicionamentos que nos prendem ao passado e nos bloqueiam. Encarar esses condicionamentos é muito importante porque nos faz pensar sobre os valores que norteiam nosso caminho e no que realmente faz diferença em nossa vida. Quando sentimos a necessidade de mudar é um sinal de que há algo a descobrir, há algo para construirmos, há um campo para aprender a cultivar sementes.

Em outros casos pode vir uma mudança exterior que nos assuste, por exemplo, no ambiente de trabalho, seja de empresa ou da estrutura da companhia que você atua. Muitas vezes, a tendência inicial é olhar a situação como obstáculo, com medo ou tantos outros sentimentos que afloram por conta da mudança. Claro que isso não é comum para todos, há pessoas que irão agir de modo diferente acolhendo a mudança como oportunidade. Mudar pode nos fazer vislumbrar alternativas para desenvolver nossa potencialidade. Seu foco de visão fará toda diferença no resultado.

Mudar pode ser visto como uma trilha difícil e haverá sim pedras no percurso. A chegada ao topo é uma vitória que depende da soma de cada fase. O tesouro criativo está no passo a passo, ele é o fio condutor que tece a história da trilha linkando as correspondências de toda série de fatores que permeiam o ciclo das mudanças. Acreditar na sua capacidade de mudar é fundamental. Somos capazes de nos transformar melhorando a cada estação. Treine com muita energia o desafio de mudar para melhor. Você é capaz!O coaching é uma ferramenta fantástica que nos convida a embarcar na rota de mudanças positivas. É um processo que favorece nossa confiança para mudar e melhorar continuamente. Saiba mais agendando uma avaliação com a Master Coach Fatyma de Moraes Informações (11) 3682-5614 ou 3699-7284 ou e-mail esppaco.alpha@terra.com.br

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Qual o propósito ou propósitos de suas ações?

Costumo observar como muitas pessoas agem no que chamamos de “piloto automático”, aquele programa repetido sem reflexão, é a ação condicionada, muitas vezes, por imposições e valores do outro, da sociedade, do que esperam de você. Será que suas ações estão de fato refletindo seus propósitos?

Qual o propósito do seu trabalho? Quais os propósitos das suas metas? Quais os propósitos dos seus estudos? Seus propósitos são supérfluos ou relevantes? São efêmeros ou significativos? Seus propósitos estão alinhados com seus valores? Há uma relação muito íntima entre valores e propósitos. Eles não são dissociados, são interligados e representam o que é importante para você.

O que é importante na sua vida? Ter sucesso na carreira? Ter equilíbrio entre pessoal e profissional? Ser bem sucedido em que e como? Desenvolver seu intelecto? Alimentar sua espiritualidade? Construir relações afetivas saudáveis? Qual mudança deseja para melhorar sua condição? O que almeja conquistar amanhã e o que está fazendo agora para alcançar sua meta? Todas essas perguntas estão associadas com sua essência e com o que tem relevância para sua felicidade.

Seus propósitos tem sintonia com suas escolhas. E as escolhas são suas ou deveriam ser. Se não são, é mais do que hora de mudar o cenário. Muitas pessoas decidem por isso em vez daquilo por que suas escolhas são diferentes e podem não agradar o outro. Mais uma vez aqui é preciso refletir sobre sua escala de valores e a importância que você precisa dar a si mesmo. E outro detalhe fundamental é que a clareza dos seus valores e dos seus propósitos torna o seu tempo muito mais precioso. Propósito é o motivo pelo qual você vive e realiza suas atividades nas distintas formas de expressão de sua essência.

O propósito deve ter amplitude para estar presente em todas as dimensões de sua caminhada. Deve ser especifico também para cada situação sem perder sua base: os valores que o norteiam. Ter claro seu propósito faz toda diferença no compromisso com a direção do seu caminho. Seu propósito é seu guia!

“Ser nós mesmas faz com que nos isolemos de muitos outros, entretanto, ceder aos desejos dos outros faz com que nos isolemos de nós mesmos. É uma tensão angustiante e que precisa ser suportada, mas a escolha é clara” Clarrisa Pinkola Estés